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Mulheres meigas que se transformaram em... Bem, aí dependeMarcelo Mendonça (marcelo@clipestesia.com.br)
Lembram-se de quando Maria Rita apareceu na Mídia? A filha de Elis Regina afirmava que queria fazer música calma como sua personalidade. Canções como Cara Valente e Encontros e Despedidas fizeram a cantora ser reconhecida por sua “lerdeza musical”. As roupas eram sempre as mesmas: uma saia até o chão, uma camisa larga, pés descalços... Eis que, em 2007, a cantora reapareceu com figurino mudado, cantando um samba mais animado. Completamente diferente da Maria Rita de antes, agora ela faz questão de mostrar que é bonitona! Outro caso semelhante é de outra canadense. No início de sua carreira, Nelly Furtado era “como um pássaro” e chegou a lançar um disco intitulado “Folklore”. Tudo um tanto alternativo, mas que lhe rendeu o reconhecimento mundial. Os anos se passaram, a cantora esteve sumida por um tempo, teve uma filha mas voltou e se rendeu ao pop emplacando o mega-hit “Promiscuous”. Agora, a cada nova música está a certeza de um sucesso ainda maior. DO INTERIOR PARA A CIDADE A primeira música que Sandy e Junior cantaram para o público em um programa de TV sertanejo foi “Maria-Chiquinha” (cena exaustivamente (re)apresentada a cada participação em programas de TV). Todos, fãs ou não da banda, lembram-se de Sandy com dentes de leite recém caídos e os mullets de Junior. Os irmãos tornaram-se pop e deixaram esse passado de lado que só voltou à tona no último trabalho dos dois como dupla, o CD e DVD Acústico. Apesar de muitos morrerem de vergonha do que fizeram no verão passado, há sempre os que se alimentam dos sucessos alcançados em áureos tempos. A grande explosão do gênero de festas Ploc é resultado de um saudosismo notável. Não podemos negar que cada momento foi importantíssimo para a construção da música, do videoclipe e das identidades da época. Mas que vergonha!
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