...mas meu presente me consertou

Marcelo Mendonça (marcelo@clipestesia.com.br)
Francisco Quiorato (francisco@clipestesia.com.br)

ALÉM DO ARCO-ÍRIS

Quem via George Michael no passado, não imaginava que ele fosse ficar tão diferente. O “sex symbol” declarou liberdade e resolveu gritar aos quatro cantos que é gay! Depois de protagonizar clipes tão machistas, como “I want Your Sex”, George cantou versos como “Deus sabe que eu só era um menino jovem que não sabia o que era...” em “Freedom”.

Na contramão do que George Michael fez, encontramos a dupla Russa t.A.T.u. Elas se tornaram mundialmente conhecidas após o lançamento do clipe “All The Things She Said”, em 2002. A maior polêmica da banda era o fato de as duas serem lésbicas e namoradas. A repercussão foi alta, mas elas não conseguiram manter a farsa por muito tempo. Yulia, a morena da banda, engravidou em 2005, finalizando os rumores sobre o lesbianismo da dupla ser realmente uma farsa.

Quem vê a cantora Katy Perry atualmente cantando músicas de apelo homossexual, como “U’r So Gay” e “I Kissed A Girl”, não imagina que, há poucos anos, a menina cantava música gospel. Sim! Música evangélica! Ela usava o nome Katy Hudson, e disse ter despertado essa vontade de fazer pop após ouvir Queen. Ela não disse de onde veio a inspiração para “I Kissed a Girl”.

A maior mudança entre gêneros sexuais no videoclipe, sem dúvida, aconteceu com a banda Dead Or Alive . Ao lançar três clipes para mesma música, percebemos muita diferença. O caráter experimental do clipe “Spin Me Round” se choca nas três versões. Se nas duas primeiras, Peter Burns – o vocalista – tinha um aspecto andrógino, na versão de 1996 ele havia se tornado uma mulher. Ou quase isso. De andrógino a travesti!

 

 

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