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Em mais de 40 anos de carreira, Santana se reinventa e ajuda a reinventar seus milhares de amigos Ariane Holzbach (ariane@clipestesia.com.br) Quando Santana nasceu, o destino já lhe reservava uma multidão de amigos. Sim, pois um dos maiores guitarristas de todos os tempos nasceu no dia 20 de julho de 1947 – no Dia do Amigo.
Santana seguiu trabalhando em dezenas de álbuns nos anos de 1970 e 1980. A musicalidade do grupo misturava de forma adorável o rock americano – que se solidificava a passos largos –, jazz, blues e melodias latinas que ele ouvia quando criança. Santana, entretanto, dominava a identidade do grupo, que mudou de integrantes algumas vezes e acabou perdendo força. A DESGRAÇA NUNCA É GERAL No final desse período, as vendas dos discos diminuíram, o que deve ter incentivado Santana a seguir em carreira solo, mas de uma forma bem pouco ortodoxa. Enquanto trabalhava com banda, convidou diversos artistas para trabalharem em seus álbuns, mas a partir da década de 1990, as parcerias se transformaram em estilo musical.
TODO O VIRTUOSISMO PRESENTE NOS CLIPES Os videoclipes são uma estratégia eficiente para Santana explicitar as parcerias e, ao mesmo tempo, mostrar seus dotes de guitarrista. Em um dos clipes mais famosos, “Smooth”, Santana toca ao lado de Rob Thomas e demonstra parte de sua influência latina:
O mesmo pode ser dito da bela “Corazon Espinado”, cantado em espanhol junto com Mana. Repare que as roupas usadas por Santana explicitam suas raízes mexicanas:
Querendo se superar a cada nova música, Santana já ganhou 10 Grammys – feito igualado apenas por Michael Jackson – e não tem preconceito com artistas, ritmos ou melodias. Reza a lenda que ele não utiliza efeitos de pedal para criar seus solos antológicos.
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